Minha vida é repleta de erros e, nenhum deles leva o seu nome, mesmo no tempo em que pensava que você era a maior catástrofe de todas, nem mesmo no dia do dilúvio, nem isso pode destruir a beleza dos teus braços, aqueles abraços apertados e mordidas na minha bochecha, e como eu detesto ser mordida, Deus! É sempre proposital. Lembro sempre de você nesses dias de chuva, como num sábado a noite em que passamos um tempo sob a marquise da sorveteria esperando que a chuva passasse e conversamos sobre tantas coisas, lembro da história da menina chutando o sujeito caído, tantas coisas já dissemos um ao outro e o que realmente importa nunca foi dito, não posso esquecer de te avisar que marquei minhas aulas na auto-escola, ao menos dessa vez sinta orgulho de mim.
Ontem pensei em poesia, quase fiz uma pra você, mas sei lá fiquei com medo de parecer boba, mais boba, embora isso seja um romance tenho medo de ser romântica, adular você nem pensar, mas é inevitável a vontade de te colocar no colo e fazer carinho, e quando você emburra rsss fica engraçado, tipo bebê com cara de adulto, acho mesmo que você não cresceu, falando em bebê, como será que você quando tinha um ano? Eu penso nessas coisas, acredita?
Tenho tentado não manter as portas fechadas e dizer a você em gestos que continuo por aqui, mas será que você está percebendo? Dei-me conta de que estou ficando sem ilusões, já acredito que isso possa acabar, assim que você parar de me emocionar eu sei que meu amor se acabará, eu sei parece ridículo e sentimental, mas eu jamais disse que não era ridícula e sentimental.
Mas no final dá tudo certo, não dá?
1 Comentário
26, Setembro 2008 ás 1:07 am
“Satellite’s gone up to the skies
Things like that drive me out of my mind
I watched it for a little while
I like to watch things on TV
You’re the Satellite of love
You’re the Satellite of love
You’re the Satellite of love
Satellite of love…”
Obs.: “Satellite of love” é do Lou Reed, & minha também…